Novo dia!

Devemos parar e refletir sobre cada dia que passou e lembrar de nossos triunfos e equívocos, de nossas promessas feitas e não cumpridas, das vezes que nos abrimos a grandes aventuras ou nos fechamos por medo de nos ferirmos.
Porque o novo dia é isto: dar uma nova chance.
Chance de perdoar.
Fazer melhor, fazer mais, dar mais, amar mais.
Parar de pensar “e se”, aceitar e aproveitar o que venha a acontecer.
Vamos lembrar de ser gentis uns com os outros.
Amigos uns com os outros.

Noite de Ano Novo

Abandonar…

Somos treinados para sermos cuidadosos.
Para procurarmos o problema.
Para fazermos as perguntas certas.
Para encontrarmos a fonte do problema.
Até que saibamos o que é exatamente e possamos combatê-lo.
É preciso extrema cautela ou podemos fracassar.
Podemos criar problemas onde não tem.
As nossas intenções são sempre puras.
Sempre queremos fazer o que é certo.
Mas também temos que ultrapassar barreiras. E corremos o risco de exagerar.
Somos instruídos a “não fazer mal” no momento em que  aprendemos a cortar com um bisturi.
Por isso fazemos certas coisas quando não deveríamos.
Pois é difícil assumir quando não há problemas.
Abandonar…
Antes que tornemos tudo mais complicado, antes que causemos danos terríveis.
 
Grey’s Anatomy

Charlie Chaplin “O grande ditador”

“O caminho da vida pode ser o da liberdade e da beleza, porém nos extraviamos. A cobiça envenenou a alma dos homens… levantou no mundo as muralhas do ódio… e tem-nos feito marchar a passo de ganso para a miséria e os morticínios. 

Criamos a época da velocidade, mas nos sentimos enclausurados dentro dela. A máquina, que produz abundância, tem-nos deixado em penúria. Nossos conhecimentos fizeram-nos céticos; nossa inteligência, empedernidos e cruéis. 

Pensamos em demasia e sentimos bem pouco. Mais do que de máquinas, precisamos de humanidade. Mais do que de inteligência, precisamos de afeição e doçura. Sem essas virtudes, a vida será de violência e tudo será perdido.”

Futuro?

Me fizeram uma pergunta: “O que você planeja para o seu futuro?”
Sinceramente? Acho uma das perguntas mais idiotas do mundo. Meu querido, eu lá sei se vou estar aqui amanhã?
Minha vontade é ganhar na mega sena acumulada e viver o resto da minha vida viajando, sem destino e sem criar raízes em qualquer lugar que seja.
Mas isso é possível? Não! Então não vou planejar nada, o que vier é lucro…

Tenho andando desiludida da vida, não é ‘mimimi’ é que realmente não tenho sentido prazer em nada ultimamente.
Alguns dias tenho me sentido sozinha, um vazio ao meu redor e dentro de mim.
Já outros tenho me sentido a pessoa mais sem sorte do mundo, do nada, já me sinto a mais sortuda…
E tem aqueles dias em que a única vontade é dá um chute na bunda da vida e sumir nesse mundão de meu Deus.

Pois é… Cada dia é cada dia! Uma metamorfose…

Estou cansada de ajudar as pessoas, cansada de dar atenção para que não está nem aí para mim, de saco cheio de pessoas com ‘mimimi’.
Meu amigo (a), ‘mimimi’ já basta os meus e eu me irrito com eles, imagine os seus? Vai te fuder! Melhor coisa que você faz.

Pois é, assim me resumo: Estou na fase, Eu, meu umbigo! Meu umbigo, Eu! E fodas o resto o que eu quero é viver meu presente…

Namastê,

Janaína Kadosh

Mágoas…

Magoada!
Assim estou me sentindo…
Exagero? Pode até ser.
Me fazendo de coitada? Sua opinião não vale para mim.

Mas dói, em algum lugar está uma ferida que já tentei curá-la, mas ainda está em carne viva que nenhum curativo conseguirá amenizar por agora.

Confesso que hoje, minha única vontade era vender tudo que tenho e sumir por esse mundo de meu Deus a procura de vida nova… Falta coragem. O medo sempre será maior.

Preciso de ar para respirar, preciso de novas pessoas para conhecer, preciso ser meu próprio patrão, preciso de coragem…

Namastê,

Janaína Kadosh

“Paradise” Coldplay

Música preferida do mês de Abril…


Paraíso

Quando ela era apenas uma garota
Ela esperava o mundo
Mas ele vôou fora de seu alcance
Então ela fugiu em seu sono

E sonhava com o para-para-paraíso
Para-para-paraíso
Para-para-paraíso
Toda vez que ela fechava seus olhos

A vida continua,
Ela fica tão pesada
O Ciclo da Borboleta se Rompe
Cada lágrima, uma cachoeira
Na noite, a noite turbulenta
Ela fechará seus olhos
Na noite
Na noite tempestuosa
Para longe ela voaria

E sonhos com o para-para-paraíso
(…)

Ela sonharia com o para-para-paraíso
(…)

E assim por debaixo dos céus tempestuosos
(…)
Eu sei que o sol deve se pôr para levantar

Sinto Falta


Sinto falta desse sorrisão…
Sinto falta de momentos alegres…
Sinto falta de pessoas…
Sinto falta de demonstrações de carinho e amor…
Sinto falta de viver…
Sinto falta de razões para viver…
Sinto falta de surpresas…
Sinto falta de conversas intermináveis com pessoas queridas…
Sinto falta da minha infância…
Sinto falta de Fé e Esperança…

Namastê,

Janaína Kadosh